Nathálya de Andrade
Nathálya de Andrade

Quando será que eu vou encontrar
Paz pro meu coração
Se eu não enlouquecer de amor, eu vou ver minha vida acabar
E pensar em você é alívio
Arrasa solidão
E logo torna-se um precipício, pesadelo que vaga pelo ar
As coisas que eu penso e que ninguém quer entender
As coisas que eu faço e que ninguém deseja ver
É por essas e por outras que eu preciso de você
Só você sabe como e porque
Queria chegar e te abraçar
E pelo coração te amarrar
Em vez de te ligar, eu iria te beijar e todos os meus sonhos iriam acordar.
Agosto- Wilson Simoninha

Dentro de mim desabrocha uma quimera toda manhã.
É que eu insisto nas coisas impossíveis,
Sinto que isso me faz um tanto bem maior.
Eu me privei. Me privei pra o que não tem conteúdo,
Me privei para o que, ao meu ver, não me faz crescer.
Sou sonhadora, afinal, antes das realizações vem os sonhos.
A inconstância me domina, mas e daí? Não quero ser a mesma sempre!
Há em mim um desejo forte de revolucionar,
Uma vontade doce de mudança, um objetivo de marcar.
Aprendi que devo fazer diferente, tenho que me entregar mais.
Amo! Permito-me! Apaixono-me!
E depois, se eu quiser, mudo de idéia.
Tudo é pra sempre, tudo é eterno.
Vivo cada momento com total intensidade, pois não irei vivenciá-lo outra vez.
Escrevo minha história, mudo minha história.
Faço diferente pelo menos desta vez.
Gosto de conteúdo, gosto de aventuras.
Sou razão e muita sensibilidade.
Sigo nessa estrada de amor e ódio, medo e coragem.
Não me importo com o que pensam, simplesmente vivo.
Nathálya de Andrade





