segunda-feira, 6 de abril de 2009

meta modernidade!?


Os meios audiovisuais, utilizando-se da sua capacidade de atingir mais sentidos humanos (visão e audição, responsáveis por mais de ¾ das informações que chegam ao cérebro), têm um potencial mais rico e imediato para transmitir sua mensagem e sua visão de realidade. A literatura, a música e a poesia dependem de um grau mais alto de abstração e interação lógica com o intelecto. Não obstante, outras artes “mais antigas” já tiveram seus momentos de mescla entre ficção e realidade, como as pinturas rupestres das cavernas (que “eram” os próprios animais pintados, e não representações deles) ou a escultura das primeiras civilizações (que buscavam a própria forma do real). Hoje, entretanto, estão na esfera da arte, ou ficção. Pode ser que, num futuro incerto, o homem ria do vídeo, perguntando-se como pôde um dia acreditar numa imagem formada por circuitos eletrônicos. Mas, até lá, continuará em dúvida sobre sua validação ou não como parte da realidade.

Fato: Para a maioria, quão pequena é a porção de prazer que basta para fazer a vida agradável!
Vontade: A vontade é impotente perante o que está para trás dela. Não poder destruir o tempo, nem a avidez transbordante do tempo, é a angústia mais solitária da vontade.
Humanidade: Os homens graves e melancólicos ficam mais leves graças ao que torna os outros pesados, o ódio e o amor, e assim surgem de vez em quando à sua superfície.
Moral: Quem, em prol da sua boa reputação, não se sacrificou já uma vez - a si próprio?
Conhecimento: Logo que comunicamos os nossos conhecimentos, deixamos de gostar deles suficientemente.

A ciência não diz nada! A razão morreu! Não há conhecimento!

O que você pensa a respeito?

9 comentários:

  1. Nietzsche é phoda!

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  2. niilismo arregaçaduh!

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  3. q ciência mow velho?

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  4. irracionalistas uni-vos.

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  5. impresões apenas. vagas impressões. e percepções meramente vazias. conhecimento NULO.

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  6. concordo plenamente.

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  7. Discurso científico fajuto tem permeado a mídia. Em plena confusão em autodestruição!

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  8. DISCORDO.
    ainda há razão!
    ainda há conhecimento!

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